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Arca de Darwin

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

Arca de Darwin

30
Mar13

Centre for the Unknown - rumo ao desconhecido

Arca de Darwin
Parece o cenário de um filme de ficção científica e próprio nome tem algo de hollywoodesco e futurista: Champalimaud Centre for the Unknown. Este centro de investigação da Fundação Champalimaud localiza-se à beira Tejo, em Lisboa, logo a seguir à Torre de Belém. Ao local de onde há mais de 500 anos os portugueses partiram para revelar novos mundos ao mundo, chegam agora, de uma vintena de países, mais de 400 mentes brilhantes que navegam no desconhecido território das neurociências, oncologia e oftalmologia.

James Watson, Nobel da Medicina que em parceria com Francis Crick desvendou a estrutura do ADN, em 1953, é o presidente do conselho científico.

À investigação de nível mundial o centro alia a prática clínica, recebendo utentes do Serviço Nacional de Saúde. Outra originalidade é que cerca de metade da área do Centre for the Unknown está aberta ao público, que tanto pode desfrutar da ousada arquitectura como da vista para o rio na esplanada do Darwin’s Cafe.

Concebido pelo arquitecto indiano Charles Correa, o centro representa um investimento de 100 milhões de euros, 1/5 da quantia que o empresário António de Sommer Champalimaud  (1918-2004) legou à fundação com o seu nome. Esta atribui anualmente o Prémio Champalimaud de Visão, no valor de 1 milhão de euros, a “realizações científicas excepcionais que impliquem transformações na compreensão, diagnóstico, tratamento e/ou prevenção de doenças e distúrbios da visão”.Eis mais algumas fotos que tirei num dia nublado:[nggallery id=52]
28
Mar13

“Quantas ovelhas são precisas para fazer uma camisola?”

Arca de Darwin
Ontem, ao passar pelo Parque da Boba, Amadora, deparei-me com o já habitual rebanho de ovelhas que pasta naquela zona. Recordei que, há 20 ou 30 anos, outros rebanhos passeavam por Lisboa, nos terrenos onde agora se ergue o Centro Comercial Colombo. E depois lembrei-me do invulgar espectáculo que todos os anos ocorre em Madrid, quando milhares de ovelhas invadem as ruas da capital espanhola no início do Inverno, tradição com cerca de 800 anos.

Parque da Boba, Amadora

Finalmente – e a culpa deve ser deste tempo – lembrei-me do divertido e educativo livro ao qual roubei o título deste post, da autoria do jornalista britânico Paul Heiney (Academia do Livro, 2006). A obra reúne várias perguntas colocadas via internet ou telefone aos especialistas da Linha da Ciência, iniciativa do governo britânico com o objectivo de promover a cultura científica, mas que encerrou em 2003 por falta de verbas.

Parque da Boba, Amadora

Quanto à resposta à pergunta: “Se pensar que uma camisola pesa 250g e que obtemos 5kg de lá, em média, de cada ovelha (onde apenas serão utilizáveis 65%, já que o resto estará demasiado sujo), então obter-se-ão catorze camisolas de lã de uma única ovelha.”

27
Mar13

Dois poetas, o mesmo Mar

Arca de Darwin
“(...) For whatever we lose (like a you or a me) it's always ourselves we find in the sea”

Poema "maggie and milly and molly and may", de E. E. Cummings (1894-1962), poeta e ensaísta norte-americano.

 

Ericeira (Novembro de 2012)

“Deixa-me ser o que eu sou, o que sempre fui, um rio que vai fluindo. E o meu destino é seguir... seguir para o mar. O mar onde tudo recomeça... Onde tudo se refaz...”

Poema “O homem e a água”, de Mário Quintana (1906-1994), poeta, tradutor e jornalista brasileiro.

26
Mar13

Pequenos monstros

Arca de Darwin
Os pequenos e divertidos monstros que patrulham a margem do Tejo, entre o restaurante Portugália e a discoteca Urban Beach, em Lisboa, lembram a quem passa que há seres que habitam o rio e o mar onde ele deságua. Não é uma associação óbvia, pois em certos casos pouco resta das espécies originais nas criaturas pintadas nos cabeços onde se amarram os barcos. No entanto é fácil identificar, por exemplo, os tubarões e o polvo (e a ave e a vaca) que terão inspirado a artista italiana que os pintou, em 2011 (fonte: Galeria de Arte Urbana).

25
Mar13

O raro Perna-verde

Arca de Darwin
Mesmo junto ao passeio da marginal do Seixal, na pequena faixa de rochas e areia que antecede o Tejo, é fácil observar aves comuns, como a garça-branca-pequena, o pato-real, a rola-do-mar e o guincho. No entanto, por vezes também surgem espécies menos habituais, como é o caso deste perna-verde-comum (Tringa nebularia), cuja população portuguesa não vai além dos 250 indivíduos adultos, razão pela qual o seu estatuto de conservação é Vulnerável (a nível internacional o estatuto é Pouco Preocupante).

Tal como o nome indica esta ave tem as patas esverdeadas. Outra característica que permite identificá-la é a base azulada do bico, o qual é ligeiramente curvado para cima.

A plumagem é cinzenta no dorso e branca na parte da frente do pescoço e no vente. Mede 31 centímetros de comprimento. 

Apesar de pouco abundante, o perna-verde-comum ocorre de Norte a Sul do país, principalmente em zonas litorais (estuários, lagoas costeiras, arrozais e salinas) e durante o Inverno.

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