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Arca de Darwin

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

Arca de Darwin

29
Abr13

“Cada cavadela, sua minhoca”

Arca de Darwin
Qual o significado da expressão do título? “Descobrir faltas de alguém; cada coisa que se descobre é uma asneira”, explica Orlando Neves no livro Dicionário de expressões correntes (Editorial notícias, 2000). Não obstante, a frase lembra-me a habilidade dos melros em detectar e arrancar os anelídeos do solo.

Melro (Turdus merula), Parque das Conchas, Lisboa

27
Abr13

Águias em Lisboa

Arca de Darwin

Mais uma vez o Vasco Valadares teve a gentileza de partilhar as suas fotos com a Arca. Desta vez captou o intrincado bailado de duas águias-de-asa-redonda (Buteo buteo) sobre a Calçada de Carriche, no Lumiar, em Lisboa. Provavelmente trata-se de uma águia residente a impor respeito a um visitante, e não um ritual de acasalamento.

Águias-de-asa-redonda (Buteo buteo), Lumiar. Fotos: Vasco Valadares

 

26
Abr13

Tweets do Espaço

Arca de Darwin
O astronauta canadiano Chris Hadfield encontra-se a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS). É dessa plataforma privilegiada que capta fabulosas imagens da Terra, as quais partilha no site da NASA e no Twitter, onde conta com mais de 700.000 seguidores.

Arquipélago de Cabo Verde. Foto: Chris Hadfield / NASA

O astronauta Chris Hadfield a bordo da ISS. Foto: NASA

Austrália. Foto: Chris Hadfield / NASA

Ilha na Indonésia. Foto: Chris Hadfield / NASA

Vórtex de nuvens na costa do Chile. Foto: Chris Hadfield / NASA

Remoinhos de gelo na costa japonesa. Foto: Chris Hadfield / NASA

Local onde os Grandes Lagos encontram o oceano. América do Norte. Foto: Chris Hadfield / NASA

Austrália. Foto: Chris Hadfield / NASA

Barragem. Foto: Chris Hadfield / NASA

Lago e vulcão nos AndesFoto: Chris Hadfield / NASA

Curvas de um rio. Foto: Chris Hadfield / NASA

24
Abr13

Orquídea flor-dos-passarinhos

Arca de Darwin
Se ao olhar para a flor desta orquídea reconhece o padrão da plumagem de uma galinhola (ave semelhante à narceja), está de parabéns. Eu não consigo, mas o taxonomista espanhol Antonio José Cavanilles (1745-1804) lá encontrou parecenças. Assim, a orquídea flor-dos-passarinhos (Ophrys scolopax) herdou como epíteto específico o género da galinhola (Scolopax rusticola).

Flor-dos-passarinhos (Ophrys scolopax), Cabo Espichel, Sesimbra

Certo é que a O. scolopax emita o padrão, forma e feromonas das fêmeas de abelhas do género Eucera, levando os machos a pseudocopular com o seu labelo.

Esta pequeníssima flor desponta entre Fevereiro e Maio, em prados e clareiras de matos, em solos básicos ou ácidos (no Cabo Espichel surgiu apenas em meados deste mês).

Existe de norte a sul do país.

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