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Arca de Darwin

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

Arca de Darwin

29
Set18

Notas do discurso de Jacinda Ardern, primeira-ministra neozelandesa, na ONU

Arca de Darwin

Vale bem a pena ver e ouvir todo o discurso que Jacinda Ardern, 38 anos, proferiu na sede da ONU há dois dias. Em baixo estão algumas das declarações mais relevantes sobre questões ambientais, mas não só. Infelizmente, Ardern falou para uma sala quase vazia. Enquanto ouvia o discurso ocorreu-me que por cá temos um Governo que recorreu da suspensão da licença para prospecção de petróleo no Algarve, e um juiz que acha que "a ilicitude não é elevada" quando dois homens violam uma mulher desmaiada.

https://youtu.be/HiobwkovZWw

"Any disintegration of multilateralism – any undermining of climate related targets and agreements – aren't interesting footnotes in geopolitical history. They are catastrophic.In New Zealand we are determined to play our part. We will not issue any further offshore oil and gas exploration permits. We have set a goal of 100% renewable energy generation by 2035, established a green infrastructure fund to encourage innovation, and rolled out an initiative to plant one billion trees over the next 10 years. (...)

 

Jacinda Ardern e o marido com a filha ao colo, na ONU. The Guardian

In the Maori language there is a word that captures the importance of that role – Kaitiakitanga. It means guardianship. The idea that we have been entrusted with our environment, and we have a duty of care. For us, that has meant taking action to address degradation, like setting standards to make our rivers swimmable, reducing waste and phasing out single-use plastic bags, right through to eradicating predators and protecting our biodiversity. (...)

 

Tweet do marido de Jacinda Ardern

If we want the Council to fulfil its purpose of maintaining international peace and security, its practices need to be updated so it is not hamstrung by the use of the veto. (...)It seems surprising that in this modern age we have to recommit ourselves to gender equality, but we do. And I for one will never celebrate the gains we have made for women domestically, while internationally other women and girls experience a lack of the most basic of opportunity and dignity.Me Too must become We Too. We are all in this together. (...)If I could distil it down into one concept that we are pursuing in New Zealand it is simple and it is this. Kindness.In the face of isolationism, protectionism, racism – the simple concept of looking outwardly and beyond ourselves, of kindness and collectivism, might just be as good a starting point as any. (...)"

27
Set18

A nuvem que assistiu ao pôr-do-sol

Arca de Darwin

Há uma frase de Jorge Luis Borges muito usada aqui na Arca: “É sempre comovente o pôr-do-sol por indigente ou berrante que seja”. O pôr-do-sol de ontem, na Costa da Caparica, teve nada de "indigente"; foi um verdadeiro espectáculo, e o último acto, protagonizado por uma nuvem no lado oposto ao do "palco", foi porventura o mais "comovente". De trás para a frente, eis os instantâneos do ocaso de ontem:

27
Set18

Borboleta esverdeada ("Pontia daplidice")

Arca de Darwin

Em geral, a esverdeada (Pontia daplidice), também conhecida por borboleta-branca-e-verde, voa até ao final de deste mês (de Fevereiro a Setembro).

Esverdeada (Pontia daplidice), São Pedro do Sul

Apesar do nome, a face superior das asas é branca com manchas escuras. A face inferior, sim, faz jus aos nomes comuns: é branca com manchas esverdeadas. As asas têm cerca de 45 milímetros de envergadura.Prefere habitats abertos, como campos floridos.Esta borboleta da família Pieridae é comum em Portugal Continental e, ocasionalmente, visita a Madeira. Existe no Norte de África, Sul e Oeste da Europa, Médio Oriente e Ásia.

20
Set18

Duas velhas conhecidas: borboleta-zebra e borboleta-cauda-de-andorinha

Arca de Darwin

São duas das maiores borboletas da nossa fauna e ambas pertencem à família Papilionidae (a palavra francesa para borboleta é papillon): a borboleta-cauda-de-andorinha (Papilio machaon) e a borboleta-zebra (Iphiclides feisthamelii). Já falámos delas aqui e aqui, mas decidi partilhar novas fotos, tiradas ao longo deste Verão em Mafra, Castelo de Vide e São Pedro do Sul. Consegue ver as diferenças entre as duas espécies?

Borboleta-cauda-de-andorinha

Borboleta-zebra

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