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Arca de Darwin

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

Arca de Darwin

20
Dez21

Até para o ano, Outono!

Arca de Darwin

Hoje é o último dia (completo) de Outono. O Inverno começa amanhã (mas claramente não recebeu o memorando e chegou um dia adiantado), dia 21 de Dezembro, às 15h59, altura em que ocorre o Solstício de Inverno, ou seja, quando o Sol se encontra mais a sul. Esse será o dia mais curto do ano e, consequentemente, a noite mais longa.

Para já, despedimo-nos do Outono:

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18
Dez21

Vhils no Barreiro

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Desde 2018 o Barreiro é casa daquele que será porventura o maior mural produzido pelo português Vhils (Alexandre Farto). Com 150 metros de comprimento, a obra intitulada «Sobe e Desce» é uma homenagem às gentes ligadas à atividade industrial da região. O mural está junto ao Bairro de Santa Bárbara e foi apresentado no âmbito da nova alameda da requalificada Rua da União. O Barreiro é também o sítio que o artista escolheu para instalar o seu Vhils Studio.

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16
Dez21

“Mycena rosea” — o cogumelo cor-de-rosa

Arca de Darwin

A Mycena rosea é uma caixinha de surpresas. Desde logo, é uma espécie tóxica, pois contém a perigosa muscarina, que é letal, mas não na pequena quantidade existente num M. rosea.

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Embora não convenha comê-la, parece que tem um sabor desagradável a... rabanete. Se esmagada, também cheira a rabanete.

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Outra curiosidade é que pertence à lista de cogumelos bioluminescentes, e emite uma luz... verde.

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O chapéu tem entre 3 e 6 centímetros de diâmetro. Começa por ter forma se sino, mas acaba por achatar. É liso, rosa, e as margens são estriadas e mais claras.As lâminas começam por ser brancas, mas passam a rosa. O pé mede 4 a 7 centímetros, é esbranquiçada e fica oco com o passar do tempo.

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Existe em bosques de folhosas (azinheiras, sobreiros, etc.) e de coníferas (pinheiros).

O nome científico significa cogumelo (Mycena) cor-de-rosa (rosea).

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14
Dez21

Mini-cogumelos

Arca de Darwin

A maioria dos chapéus dos cogumelos em baixo são mais pequenos do que a unha do meu dedo mindinho. Para os vermos, não basta caminhar pela natureza com atenção; precisamos mesmo de parar, de ficar mais perto do solo ou dos troncos das árvores. Nas fotos, a verdadeira dimensão deles pode não ser evidente, mas se olharmos mais atentamente encontramos termos de comparação como uma folha de erva ou uma cápsula de funária.

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09
Dez21

A venenosa amanita-pantera (“Amanita pantherina”)

Arca de Darwin

Já aqui falei das duas espécies do género Amanita envolvidas na morte do imperador Cláudio: a deliciosa A. caesarea, ou amanita-dos-césares, e a letal A. phalloides, ou cicuta-verde. A A. pantherina, ou amanita-pantera, não é tão tóxica quanto a cicuta-verde, mas, ainda assim, é bastante venenosa, apesar do seu sabor adocicado.

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Tem uma altura média de 13 centímetros e o diâmetro do chapéu varia entre 5 e 12 centímetros. O chapéu é castanho-escuro ou castanho-acinzentado, e tem um número variável de escamas brancas dispostas de forma concêntrica. Estas não são mais do que os restos da volva, e podem ser removidas por acção da chuva.

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As margens do chapéu são estriadas. As lamelas e o caule são brancos.

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É um cogumelo comum, típico de bosques de folhosas (azinheiras, sobreiros, faias, etc.) e de coníferas (pinheiros).

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08
Dez21

A beleza outonal do chá-de-marrocos (“Bidens aurea”)

Arca de Darwin

Em pleno Outono, as belas flores brancas de centro amarelo do chá-de-marrocos (Bidens aurea) contrastam com o azul-esverdeado ou acinzentado da água, trazendo mais um pouco de alegria a esta estação.

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O chá-de-marrocos, também conhecido por chá-de-espanha, é originário da América, de uma região que vai do sul dos Estados Unidos até à Guatemala. É, assim, uma planta exótica no nosso país, mas já está naturalizada, tanto cá como noutros países da Europa ocidental. (Diz-se que uma planta está naturalizada quando ela foi deslocada e passou a existir numa região onde antes não existia, e aí se mantém sem intervenção humana ao longo de vários ciclos de vida.)

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Por ser uma planta bastante bela, é muito utilizada em jardins, e talvez tenha sido essa a causa da sua “dispersão”.

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Felizmente, não parece ser muito invasora, pelo que podemos desfrutar sem remorsos da sua beleza nesta época em que as flores não abundam — a floração ocorre entre Agosto e Novembro.

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Esta espécie da família Asteraceae cresce nas margens de lagos, rios e ribeiros. Costumo vê-la na ribeira de Odivelas e no lago do Parque da Paz, em Almada.

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Mede entre 1,2 e 1,8 metros de altura.

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Uma última nota: a espécie tem uma variante de pétalas amarelas (terá sido esta a razão para o “aurea” no nome científico) com pontas brancas.

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