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Arca de Darwin

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

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Arca de Darwin

19
Out23

Arte urbana em Dublin

Arca de Darwin

A arte urbana em Dublin, na Irlanda, tem os mesmos objetivos que em qualquer outro lado — expressão artística, homenagem (como o caso do tributo a Sinéad O’Connor em baixo, da artista e ativista Emmalene Blake, a.k.a. ESTR), intervenção política e social... —, mas tem um outro claramente assumido por projetos como o Dublin Canvas que, com o mote «Less grey, more play!» (Menos cinzento, mais divertimento!) pretende trazer «flashes de cor e criatividade aos objetos quotidianos» na cidade de Dublin.

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«Menos cinzento» e mais «flashes de cor» é um propósito igual ao da presença das flores e das portas coloridas. E percebe-se. Se em pleno verão, e ao longo de uma semana, o céu esteve cinzento a maior parte do tempo, é fácil imaginar que a situação será deveras pior nas outras estações do ano. Este uso das caixas de eletricidade como telas para a arte urbana também é usual em Portugal, como, por exemplo, no projeto Carvoeiro Boxes.

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«Handel's Messiah - The Second Coming» (O Messias – a Segunda Vinda de Cristo, de Handel), do artista Hugh Madden.

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O artista AndyMc pintou várias caixas de distribuição. Duas delas encontram-se lado a lado e retratam o escritor James Joyce e a sua mulher e musa Laura Barnacle. Outra das que vi retrata a nossa já conhecida Grace Gifford.

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«Samuel Beckett», do artista Cathal Craughwell (a.k.a. crocksart).

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 «A Taste of Home» (Um sabor da nossa terra) de Paul Lucaci.

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«Stephen’s Green- Then and Now» (Stephen’s Green – Ontem e hoje) da artista Shauna Heron.

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«Flora of The Phoenix Park» (Flora do Phoenix Park) da artista Clare Blackwell.

 

Curiosamente, um dos maiores murais que encontrei foi o referente aos 200 anos da independência do Brasil, intitulado «Do Not Remove/Não Remova», uma colaboração entre o artista brasileiro Neto Vettorello e o artista irlandês Asbestos.

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A arte urbana também é muito usada na cidade para promover, e embelezar, os mais variados estabelecimentos comerciais, como a cafetaria Copper and Straw, a loja de animais Shauna’s ou o Blooms Hotel. As paredes exteriores deste hotel foram pintadas por James Earley em 2014. O projeto demorou um ano a concluir e tornou-se a maior obra de arte pública na Irlanda. As figuras representadas são personagens do Ulisses de James Joyce.

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«U Are Alive» (Tu estás vivo), do artista Al Maser.

 

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