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Arca de Darwin

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

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Arca de Darwin

05
Jan22

Falso-chapéu-da-morte (“Amanita citrina”)

Arca de Darwin

A Amanita citrina é conhecida por amanita-citrina, falso-chapéu-da-morte ou falsa-cicuta-verde, e está na lista dos cogumelos “comestíveis”.

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Embora, tecnicamente possamos comê-la (contém a toxina alfa-amanitina, mas em quantidades que não causam efeitos sensíveis aos humanos), o palato e a prudência aconselham a que não o façamos.

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No primeiro caso, a justificação é o seu sabor extremamente desagradável.

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No segundo, e tal como dois dos nomes comuns indicam, a justificação é a possibilidade de a confundirmos com a nossa já conhecida e letal Amanita phalloides, baptizada cicuta-verde ou chapéu-da-morte. O chapéu da A. citrina não é tão esverdeado quanto o da A. Phalloides, mas é o suficiente para ostentar o epíteto específico citrina, embora em alguns casos tenda mais para branco.

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O chapéu começa por ter a forma de um globo, depois passa a convexo e, por fim, aplana. Mede entre 4 e 10 centímetros de diâmetro. A cutícula não tem margens estriadas e está coberta por escamas que nestes exemplares têm cor de bolacha Maria.

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O pé é branco ou amarelo-pálido, é comprido e estreito. O anel é estriado. A volva é esférica e esbranquiçada.

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Ocorre sobretudo no Outono e está associada a variadas espécies de árvores: pinheiros, castanheiros, sobreiros...

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