25 de Abril (2025)
Av. da Liberdade, Lisboa.
(Encontra mais fotos do desfile na página da Arca no Facebook.)

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Av. da Liberdade, Lisboa.
(Encontra mais fotos do desfile na página da Arca no Facebook.)

O já nossi conhecido “O Gringo” (a.k.a. Bastien Tomasini) inaugurou em abril deste ano uma exposição ao ar livre na LX Factory, em Lisboa. Entre as várias obras encontram-se “25 avril” (25 de abril), uma homenagem à Revolução dos Cravos no ano em que se comemora o seu 50.º aniversário; “Marianne”, o símbolo da Revolução Francesa; “O poder”, uma homenagem aos pescadores portugueses; “Canção do Mar”, inspirada na conhecida música interpretada mais recentemente por Dulce Pontes. Vale bem a pena uma visita.

Lisboa tem dois murais novos junto à estação de Santa Apolónia, na Rua dos Caminhos de Ferro. As duas obras, “Igualdade” e “Sabedoria” são da autoria da artista Inês Arisca e foram criadas no final do verão no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril.

No ano em que completa 10 anos, o projeto de arte urbana “Conversas na Rua” da Câmara Municipal da Amadora juntou-se às celebrações dos 50 anos do 25 de Abril e convidou quatro artistas para criarem obras subordinadas aos temas da liberdade, da igualdade e da democracia.

A Av. da Liberdade, em Lisboa, encheu-se para celebrar os 50 anos da Revolução dos Cravos. Tanto quanto me lembro, foi o maior desfile de sempre. Foi bonito. Foi necessário. Uma senhora empunhava um cartaz onde se lia: «Sem Memória Não Há Futuro». Outra transportava o seu cartaz às costas com uma citação da ativista política estadunidense Angela Davis: «A Liberdade É Uma Luta Constante».


Av. da Liberdade, Lisboa, 25 de Abril de 2018
Flores nas armas, como símbolos de paz, e de liberdade. Assim foi o 25 de Abril de 1974, assim é o mural "Peace Guard" que Shepard Fairey (autor do famoso poster "Hope", de Barack Obama) pintou no ano passado na Graça, em Lisboa.
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