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Arca de Darwin

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

Arca de Darwin

18
Dez21

Vhils no Barreiro

Arca de Darwin

Desde 2018 o Barreiro é casa daquele que será porventura o maior mural produzido pelo português Vhils (Alexandre Farto). Com 150 metros de comprimento, a obra intitulada «Sobe e Desce» é uma homenagem às gentes ligadas à atividade industrial da região. O mural está junto ao Bairro de Santa Bárbara e foi apresentado no âmbito da nova alameda da requalificada Rua da União. O Barreiro é também o sítio que o artista escolheu para instalar o seu Vhils Studio.

Vhils Barreiro 1.jpg

 

 

 

 

26
Out18

Homenagem de Vhils a Marielle Franco

Arca de Darwin

Inaugurada em Setembro passado, a nova peça de Vhils (aka Alexandre Farto) no Miradouro Panorâmico de Monsanto é uma homenagem à activista brasileira Marielle Franco (1979-2018), assassinada em Março deste ano no Rio de Janeiro, Brasil.Marielle foi eleita vereadora em 2016. Militante do Partido Socialismo e Liberdade, foi activista pelas causas da comunidade LGBT e criticou abertamente os abusos perpetrados pela polícia contra populações carenciadas.

 "Lute como Marielle"

O mural de Vhils surgiu no âmbito do festival Iminente, e integrado no projecto "Brave Walls", da Amnistia Internacional.

21
Jul14

Arte portuguesa em Fremantle

Arca de Darwin

Se por acaso nunca se cruzou com o trabalho do artista Alexandre Farto - a.k.a. Vhils - numa qualquer parede do país visite a exposição "Dissecação", patente até 5 de Outubro no Museu da Electricidade, em Lisboa. A entrada é gratuita.

O talento de Vhils já galgou fronteiras e, desta vez, chegou aqui, a Fremantle, Austrália.

vhils urban art fremantle 1

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19
Abr13

Vhils: a marca da cidade

Arca de Darwin
A original arte urbana do português Alexandre Farto (a.k.a. Vhils) já conquistou gentes de vários continentes, em cidades como Moscovo, Nova Iorque e Londres. “Scratching the surface” é o nome do projecto em que, como um escultor perante uma pedra, “arranha” e arranca bocados de paredes, revelando os rostos que nela se escondem.

R. do Cais de Alcântara, Lisboa

"Pegar na imagem de um cidadão comum, do everyday hero, e dar-lhe espaço numa cidade, criar uma metáfora sobre o quanto uma pessoa pode cravar uma cidade como a cidade a crava a ela. Esse ciclo sempre me interessou bastante, pelo caótico da cidade e a maneira como influenciamos as coisas sem estarmos conscientes disso”, partilhou Vhils, em entrevista à revista Visão.