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Arca de Darwin

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

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Arca de Darwin

21
Ago19

Poço "Pequeno" — Carvalhais

Arca de Darwin

Não sei o nome deste poço pequenito, em Carvalhais (São Pedro do Sul) mas tem a grande vantagem de ficar a uns poucos minutos de distância, a pé, do recinto (campo de futebol) do Tradidanças.Para lá chegar desce-se a estrada que passa por trás do cemitério e depois vira-se à direita, logo que se começa a ouvir a água a correr. O caminho de terra faz-se já sob a protecção da copa das árvores, ao longo das margens muradas que cingem o rio. E esse caminho tem muito para ver: libelinhas, borboletas, aves, répteis, flores...

Gaiteiro-azul

Esporas-bravas

Borboleta-tigrada

Acobreada

Malhadinha

Alfaiate

Lagartixa-do-mato

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29
Out12

O elegante Alfaiate

Arca de Darwin
A partir de Outubro chegam a Portugal entre 10.000 e 15.000 alfaiates (Recurvirostra avosetta), números que tornam o nosso país num dos mais importantes locais de invernada desta espécie na Europa.

O estuário do Tejo e o do Sado recebem o maior número de indivíduos. Há também uma população residente no sotavento algarvio, mas é bastante mais pequena.

O alfaiate é inconfundível. É branco e preto, tem as patas azuladas e metade superior da cabeça preta, e um característico bico longo, curvado para cima. Mede cerca de 42 centímetros de comprimento e 77 centímetros de envergadura.

Alimenta-se de insectos, crustáceos, anelídeos e moluscos, que captura em zonas pouco profundas nos estuários, enterrando o bico e movimentando-o para a esquerda e para a direita.

Num estudo que realizou no estuário do Tejo, entre 1990 e 1993, o biólogo Francisco Moreira contabilizou a frequência destes “varrimentos” – 28 por minuto. O valor aumentava para 46 varrimentos por minuto quando as aves se alimentavam de anelídeos.

Estes varrimentos com o bico lembram os gestos efectuados pelas mãos hábeis dos alfaiates quando trabalham com agulhas, facto que está na origem do nome comum.

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