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Arca de Darwin

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

Arca de Darwin

25
Jan22

“A Bordadeira”, em Óbidos

Arca de Darwin

O mural “A Bordadeira”, que se encontra à entrada de Óbidos, junto ao aqueduto, retrata Maria Adelaide Ribeirete (1905–2008), que nos anos 40 se inspirou no tecto da Igreja de Santa Maria para criar os famosos Bordados de Óbidos.

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“A Bordadeira” é uma criação de 2020 da dupla DAFLA, formada pelas obidenses Daniela Fortunato e Flávia Martins, que utilizou a cal com o objectivo de valorizar a tradição.

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18
Dez21

Vhils no Barreiro

Arca de Darwin

Desde 2018 o Barreiro é casa daquele que será porventura o maior mural produzido pelo português Vhils (Alexandre Farto). Com 150 metros de comprimento, a obra intitulada «Sobe e Desce» é uma homenagem às gentes ligadas à atividade industrial da região. O mural está junto ao Bairro de Santa Bárbara e foi apresentado no âmbito da nova alameda da requalificada Rua da União. O Barreiro é também o sítio que o artista escolheu para instalar o seu Vhils Studio.

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19
Nov21

Festival Muro 2021

Arca de Darwin

Este é o quarto e último post sobre o Festival Muro 2021. O festival visa promover a arte urbana em Lisboa e esta foi a sua quarta edição, e teve lugar no Parque das Nações. As anteriores decorreram em Carnide (2016), Marvila (2017) e Lumiar (2019).

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«Perspectives», de Mabel Vicentef

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Mural de Mikolaj Rejs

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«Unity», de Pedro Podre

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O artista brasileiro Thiago Mazza inspirou-se nas flores selvagens, como o cardo, que encontrou na Ericeira.

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«String Quartet», de Juan José Surace

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«Mag Racers», de Rocket01

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Mural de IAmEelco

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«Together», de IAmEelco

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«Florescer», de MOTS (aka, Diogo Ruas e Jagoda Cierniak)

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Mural do colectivo MOTS

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«Atlas, Mostra Alto o Mundo no seu Ombro», de Colectivo RUA

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Mural de Daniela Guerreiro

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Mural de Jacqueline de Montaigne; mural de Mariana Duarte Santos

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«Bom dia, Filomena», de Stom500

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«O RIO», de KRUS

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Mural do colectivo Thunders Crew

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«Orientemo-nos», de Pedro Loureiro Mojojojo

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Mural de Já Sinto

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«Better Together», de João Varela; e homenagem de Mr. Garpear às crianças de Santa Cruz de Islote

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Para terminar, dois murais em que não consigo identificar os autores:

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14
Nov21

Os anjos rebeldes de Jacqueline de Montaigne

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O Festival Muro 2021 encheu de arte urbana o Parque das Nações, em Lisboa. Começo por destacar este mural da autoria da anglo-portuguesa Jacqueline de Montaigne que, como a própria descreve na sua página no Instagram, «pretende alertar para causas ambientais através do artivismo*, simbologia e da celebração da fauna, da flora e da natureza como um todo».

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Intitulado Guardian Rebel VIII, o mural faz parte de uma série que começou em 2019 durante a iniciativa House of Beautiful Business, a qual reúne empresários, investidores, cientistas, filósofos e artistas que busca a humanização dos negócios.

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No pescoço da mulher vemos o símbolo do Extinction Rebellion, movimento que tem procurado formas mais contundentes, e mais eficazes, de lutar pelo clima.

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*Artivismo — manifestação artística que se assume como forma de participação política e/ou social; arte militante (dicionário da Porto Editora)

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24
Mai21

Arte Urbana em Arroios

Arca de Darwin

A arte urbana é efémera. As pinturas cedem ao impacto do clima, ou do vandalismo, ou do planeamento que estabelece a sua substituição. Por exemplo, na Rua de São Bento, em Lisboa, este mural foi substituído por este. Já na Rua Nova do Desterro, o mural de Ener Konings foi substituído por aquele que se pode ver nas fotos em baixo, da autoria de Mariana Duarte Santos (2021), que ilustra o comércio na freguesia de Arroios. A pintura baseia-se numa fotografia de Artur Pastor tirada em 1950/60.

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20
Mai21

Dia Mundial das Abelhas — sugestão de leitura

Arca de Darwin

Neste Dia Mundial das Abelhas sugiro a leitura de A Abelha Boa, de Alison Benjamin e Brian McCallum, ela jornalista do The Guardian e ele apicultor, ambos fundadores da Urban Bees, empresa que fomenta a apicultura em zonas urbanas. O livro foi editado em Portugal no ano passado pela Vogais, uma chancela da 2020 Editora.

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Como se lê na introdução: «As abelhas forneceram alimento, doçura, luz de velas e medicamentos desde que a humanidade começou a recolher mel há 20 mil anos. Agora estão a dar-nos um sinal, como o canário na mina de carvão, de que o futuro delas está ameaçado e com ele a vida na Terra tal como a conhecemos. (...) Mas não podemos salvar o que não amamos, e não podemos amar o que não conhecemos. Assim, esperamos que acima de tudo este livro ajude a que as pessoas se apaixonem pelas abelhas à volta delas».

O livro está dividido em quatro capítulos: Abelhas e Natureza; Abelhas e Nós; Ameaças Que as Abelhas Enfrentam; e Abelhas e como Podemos Ajudá-las.

Boa leitura!

09
Mai21

Arte urbana na Associação para o Desenvolvimento das Artes e Ofícios

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Uma explosão de cor e criatividade é o que encontramos nas paredes exteriores da ADAO — Associação para o Desenvolvimento das Artes e Ofícios, no Barreiro. Situada na Rua Recosta, junto à via-férrea, a sede da ADAO está decorada com obras de Odeith, Gonçalo MAR e Ursa (Teresa Robalo), entre outros. Há mil detalhes que captam a nossa atenção.

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