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Arca de Darwin

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

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Arca de Darwin

22
Nov17

Um asteróide de outro mundo

Arca de Darwin

Dá pelo nome de Oumuamua ("mensageiro", em havaiano) e é o primeiro asteróide registado que provém de um outro sistema estelar que não o nosso sistema solar. A descoberta feita no mês passado foi publicada há dois dias na revista Nature. Este objecto interestelar tem cerca de 400 metros de comprimento.

Imagem: European Southern Observatory

09
Jan13

O melhor dia para ver um asteróide

Arca de Darwin
O asteróide Apophis passa hoje perto da Terra, mas não provocará qualquer efeito no Planeta Azul. Este “perto” é conversa dos astrónomos, pois na realidade passará a 14.450.000 km da Terra. No entanto, é no dia 15 de Fevereiro que devemos olhar para o céu em busca do 2012 DA14, asteróide descoberto o ano passado pelos nuestros hermanos, e que passará apenas a 35.000 km da Terra – algures na órbita dos satélites geossíncronos. Esta “visita” também não provocará qualquer impacto no planeta e tem um atractivo: o 2012 DA14 estará ao alcance de telescópios amadores, e até de uns bons binóculos.

Imagem: NASA

A passagem do Apophis – nome mitológico da serpente que se escondia na escuridão e queria engolir Ra, o deus Sol -  já causou muita celeuma. Em 2004, ano da sua descoberta, cientistas estimaram que a probabilidade de atingir a Terra em 2029 era de 2,7%. Novos cálculos afastaram o perigo, mas logo o fim do mundo foi “adiado” para 13 de Abril de 2036, com a probabilidade de colisão com a Terra a fixar-se em 1 para 45.000. Actualmente está em 1 para 250.000, o que, apesar de “bastante superior à probabilidade de ganhar a lotaria, é ainda bastante improvável”. Este asteróide tem cerca de 320 metros de largura e a sua colisão com a Terra provocaria uma explosão 100.000 vezes superior à da bomba atómica Little Boy, largada em Hiroshima. O 2012 DA14 é mais modesto – 45 metros –, pelo que o seu hipotético choque com a Terra “só” resultaria” numa explosão 1.600 vezes superior à de Hiroshima.