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Arca de Darwin

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

Arca de Darwin

04
Fev20

O Jardim Botânico Tropical já reabriu

Arca de Darwin

Um ano após o encerramento para remodelação o Jardim Botânico Tropical reabriu portas no final do mês passado. Este Jardim, que em 2015 passou para a Universidade de Lisboa, tem 5 hectares abertos ao público e fica junto ao Mosteiro dos Jerónimos, em Belém, Lisboa.

20
Mai18

XIII Festival Internacional da Máscara Ibérica

Arca de Darwin

O FIMI ‒ Festival Internacional da Máscara Ibérica 2018 termina hoje na Praça do Império, em Lisboa. Este ano, os países convidados são o Brasil e a Irlanda.

É a segunda vez que o certame se realiza em Belém. Não sei quais são as razões que levaram à mudança da Baixa para Belém, mas, pelo menos para os participantes, a ausência de sombra é um verdadeiro suplício para quem tem o rosto coberto por uma máscara e o corpo por uma veste grossa, por exemplo, feita de lã.

Ainda assim, a ideia de levar o FIMI a outros locais é positiva, e os monumentos de Belém em pano de fundo proporcionam um contraste interessante com as tradições rurais.

A interacção com o público continua a ser um dos pontos fortes deste festival.

A música e a dança também estão sempre presentes.

Eis o programa para hoje:

Animação de rua

11H30 ‒ Los Boteiros y Folión de Viana do Bolo

16H ‒ Danças tradicionais e música irlandesa (Irlanda)

Espaço Eventos

11H00 ‒ O Mapa das Máscaras Europeias, por Alexandre Pereda

12H00 ‒ Gastronomia: Ayuntamiento de Tineo

14H30 ‒ Debate: "Como as tradições nos influenciam enquanto criadores" (Brasil)

16H00 ‒ Gastronomia: Ayuntamiento de Siero

17H30 ‒ Enologia: Bagos Brilhantes

Palco Ibérico

17H00 ‒ Concerto: Realejo (Portugal)

Mais informação, aqui.

 

16
Jul17

MAAT - Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia

Arca de Darwin

As ondulantes paredes do MAAT - Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia reflectem as cores do céu e das águas do Tejo. Inaugurado em 2016, um dos aspectos originais desta obra da arquitecta britânica Amanda Levete é o acesso livre à cobertura do edifício, que permite vistas inesperadas para a ponte, rio, Lisboa e para o adjacente Museu da Electricidade, em Belém.

22
Nov13

O raro e exótico mainá-de-crista

Arca de Darwin
No final de Setembro, estava eu em Belém a (tentar) aprender a técnica de panning (ver última foto) quando vi duas aves pretas a caminhar de forma desengonçada na relva. Pareciam melros, mas assim que voaram revelaram proeminentes manchas brancas na parte inferior das asas. Quando poisaram, vi que também tinham uma exuberante crista junto ao bico. 

Este mês reencontrei a espécie junto à praia de Carcavelos. A consulta do guia de aves exóticas (de Rafael Matias) e do livro Biodiversidade na cidade de Lisboa – Uma estratégia para 2020 apontam para que a ave seja um mainá-de-crista (Acridotheres cristatellus), também conhecido por mainato-de-poupa.

 Proveniente da Ásia, este pássaro da família dos estorninhos foi avistado pela primeira vez em Portugal em 1997 e, de então para cá, reproduz-se em liberdade na área da Grande Lisboa. 

Mede 25 a 26,5 centímetros (é, portanto, maior do que um estorninho). 

O panning é isto:

27
Set13

Paineira em flor

Arca de Darwin
Quando aqui falei da paineira (Ceiba speciosa) de Odemira - exemplar classificado de Interesse Público - referi que a floração ocorria entre Setembro e Novembro. Hoje, ao passar em Belém (Lisboa), lá estavam as lindas flores destas árvores a colorir um dia muito cinzento (estão várias em frente ao Centro Cultural de Belém, com vista para os Jerónimos).

Paineira (Ceiba speciosa), Belém, Lisboa

Onde quer que viva, se vir uma destas árvores, não se esqueça de reparar também nos espinhos e nas estrias fotossintéticas do tronco que, como o nome indica, realizam a fotossíntese.

23
Jun12

A vira-pedras

Arca de Darwin
A rola-do-mar (Arenaria interpres) também é conhecida por vira-pedras devido à sua habilidade para deslocar pequenas rochas que escondem os invertebrados de que se alimenta.

A cor e o padrão da plumagem dissimulam-na entre as algas, rochas e reflexos da água.

Prefere praias com rochosas mas também frequenta estuários e salinas.

É fácil de observar durante todo o ano. É uma limícola de pequeno porte – mede 23 centímetros.