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Arca de Darwin

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

Arca de Darwin

14
Jun20

Juvenil de pisco-de-peito-ruivo

Arca de Darwin

As crias das aves podem ser muito diferentes dos pais (como se vê aqui, aqui e aqui, por exemplo). Para as identificar, dá sempre jeito ter um dos progenitores ao lado. As fotos que se seguem são de uma cria de pisco-de-peito-ruivo (Erithacus rubecula), que tinha a mãe, ou o pai (ambos os sexos tomam conta das crias), por perto (surge na última foto, tirada de dentro do carro — assim que baixei o vidro, fugiu; ao invés, a curiosidade e a ingenuidade da cria sobrepuseram-se ao medo). Para já, a cria é malhada.  Dois ou três meses depois de sair do ninho começarão a nascer no peito as primeiras penas ruivas.

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12
Jun20

Natureza ilustrada no Trilho da Ribeira das Vinhas, em Cascais

Arca de Darwin

O trilho da Ribeira das Vinhas fica por trás do Mercado da Vila, em Cascais. Recuperado o ano passado, permite passear a pé ou de bicicleta ao longo de 3 quilómetros que atravessam zonas de pinhal, matos e hortas. Mas o que torna único este percurso são as dezenas de pinturas da autoria do artista Tiago Hacke — realizadas em pedras ou em caixas de visita do saneamento pluvial —, que retratam espécies animais existentes no concelho, algumas das quais podem ser observadas ao longo do trilho. Todas as fotos que se seguem foram tiradas no trilho.

Melro-preto (Turdus merula)

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Coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus)

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04
Fev19

Piscos-de-peito-ruivo no jardim da Gulbenkian

Arca de Darwin

O pisco-de-peito-ruivo (Erithacus rubecula) provavelmente é a primeira ave que comecei a associar à chegada do tempo frio — é difícil não reparar na conspícua mancha laranja do peito.

É certo que, por cá, a espécie existe ao longo de todo o ano, mas tal acontece mais a norte. No centro e sul, a maioria dos piscos presentes chegam do norte e centro da Europa para passar o Inverno. Antes que este acabe, e como passei pelo jardim da Fundação Calouste Gulbenkian, aproveitei para dizer "olá" à espécie.

Foi mesmo ao final da tarde, mas ainda havia luz suficiente para tirar umas quantas fotos. Os jardins das cidades são óptimos locais para observar piscos. A espécie, já de si curiosa, habitua-se rapidamente à presença humana.

26
Out13

Pisco-de-peito-ruivo: em exibição num espaço verde perto de si

Arca de Darwin
Há uns dias referi que passei por um pisco-de-peito-ruivo (Erithacus rubecula), mas não levava a câmera comigo. Desta vez, sim. E encontrar estas aves fotogénicas é cada vez mais fácil, à medida que mais indivíduos chegam para cá passar o Inverno.

 Pisco-de-peito-ruivo (Erithacus rubecula), hoje, Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian

08
Abr12

Pássaros e Aves

Arca de Darwin

É frequente usar-se o termo “pássaros” para designar “aves”, o que não é correcto. Os pássaros, ou passeriformes, são a ordem com maior número de espécies e a mais diversificada da classe Aves. Todos os pássaros têm três dedos para a frente e um para trás, para se empoleirarem.

A esta ordem pertencem espécies como o corvo, que mede 65 centímetros de comprimento, e a carriça, com apenas 10 centímetros.

Uma das aves desta ordem é o fotogénico pisco-de-peito-ruivo (Erithacus rubecula) - na imagem. Os piscos passam o Inverno em Portugal e, no início da Primavera, rumam a climas mais frios. No entanto, no Norte do país, muitos indivíduos são residentes.

O pisco não apresenta dimorfismo sexual.