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Arca de Darwin

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

Arca de Darwin

17
Set19

Dançar a Cidade — Bollywood no Jardim da Cerca da Graça

Arca de Darwin

Até ao final de Setembro ainda tem duas datas para aproveitar os workshops gratuitos do Dançar a Cidade, em Lisboa:

- dia 22, 18h, Flamenco e Sevilhanas, Praça Tenente Evangelista Rodrigues à Travessa da Boa Hora

- dia 29, 18h, Tango / Milongas, Rossio de Palma

No Domingo passado, dia 15, o Dançar a Cidade levou a dança oriental até ao Jardim da Cerca da Graça, em Lisboa. A professora Diana Rego (que, curiosamente, vimos o ano passado mais ou menos por esta altura a partilhar o palco principal do Tradidanças com os Terrakota) orientou os workshops de dança indiana estilo Bollywood e de Dança do Ventre, que foram acompanhados por música ao vivo.

Só assisti ao primeiro. A professora referiu que uma das vantagens dessa dança é que os movimentos permitem contar histórias. Foi o que fez, em conjunto com os participantes, criando momentos de muito boa disposição.

22
Ago19

"Out Jazz" na Ribeira das Naus

Arca de Darwin

No domingo passado, ao final da tarde, fui até à Ribeira das Naus para espreitar o Out Jazz, que prometia música das 17 horas até ao pôr-do-sol. Cheguei pouco depois das 18 horas. Se houve jazz, tinha acabado. Agora havia um DJ e música electrónica. Optei por passear por ali e tirar umas fotos.

 

21
Ago19

Poço "Pequeno" — Carvalhais

Arca de Darwin

Não sei o nome deste poço pequenito, em Carvalhais (São Pedro do Sul) mas tem a grande vantagem de ficar a uns poucos minutos de distância, a pé, do recinto (campo de futebol) do Tradidanças.Para lá chegar desce-se a estrada que passa por trás do cemitério e depois vira-se à direita, logo que se começa a ouvir a água a correr. O caminho de terra faz-se já sob a protecção da copa das árvores, ao longo das margens muradas que cingem o rio. E esse caminho tem muito para ver: libelinhas, borboletas, aves, répteis, flores...

Gaiteiro-azul

Esporas-bravas

Borboleta-tigrada

Acobreada

Malhadinha

Alfaiate

Lagartixa-do-mato

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08
Ago19

Poço Negro (Manhouce, Viseu)

Arca de Darwin

A paisagem do Poço Negro é de cortar a respiração. O rio Teixeira corre entre escarpas de vegetação cerrada, abrindo caminho entre as pedras, esculpindo-as, até que se precipita lá do alto formando uma cascata que alimenta uma enorme piscina natural. É um privilégio nadar ali e desfrutar daquele cenário.

Indo de Carvalhais, (ou de São Pedro do Sul) basta seguir as setas ― o Poço Negro fica a cerca de 20 km. O acesso é fácil, mas já perto do poço a estrada esburacada obriga a deixar o carro a meio de uma descida. Resultado: a subida de regresso é algo penosa. Todavia, a canseira vale bem a pena, pois é de facto um local idílico.

 

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07
Ago19

Tradidanças 2019

Arca de Darwin

A 3.ª edição do festival Tradidanças 2019 decorreu em Carvalhais, São Pedro do Sul, de 1 a 4 de Agosto. O crescimento foi notório em relação ao ano passado: (muitos) mais visitantes, mais oferta de workshops, cantina a funcionar, palco principal no "andar de baixo". Seguem-se algumas fotos do que aconteceu no recinto do festival. Para o ano há mais.

 

06
Ago19

Doninha ("Mustela nivalis") nos Moinhos do Pisão

Arca de Darwin

No sábado, com a serra da Arada ainda coberta pela neblina matinal, saí do recinto do Tradidanças e fui até ao Pisão que fica ali ao lado, a menos de 1 km. Parei junto a um dos moinhos, onde há 1 ano fotografara uma rã-ibérica durante uma das Viagens de Tradição e Natureza organizadas pelo festival. Ainda nem tinha retirado a máquina fotográfica da mochila quando uma doninha (Mustela nivalis) surgiu entre as ervas e parou a cerca de 2 metros de mim.

Irrequieta, mas nada incomodada com a minha presença, perscrutou o solo em volta como quem faz uma ronda, e logo desapareceu entre as ervas tão rápido quanto surgira.

É sempre bom passear pela Natureza, mas é ainda melhor quando se tem a sorte de encontrar um animal como este. Não é que a doninha seja uma espécie rara ou até ameaçada, mas claro que não é tão abundante quanto, por exemplo, a gaivota-cinzenta, e não é fácil de observar quer pelo seu comportamento quer pelo seu tamanho. De facto, a doninha é o mamífero carnívoro mais pequeno da Europa: as fêmeas medem entre 16 e 19 centímetros e pesam entre 40 e 90 gramas; os machos medem entre 18 e 27 centímetros e pesam entre 70 e 170 gramas.

A pelagem é castanha-avermelhada no dorso e branca no ventre. Pode ser confundida com o arminho (Mustela erminea), mas este é maior (30 a 40 cm), tem a ponta da cauda preta, e a linha entre o castanho do dorso e o branco do ventre é direita (e não irregular, como a da doninha).

A doninha alimenta-se de roedores e de coelhos que caça à noite e também durante o dia. Vive em zonas com campos agrícolas (onde existem os ratos de que se alimenta) e com muros e sebes (servem de abrigo e protecção).

05
Ago19

Poços do Rio Teixeira

Arca de Darwin

Durante o festival Tradidanças (Carvalhais, São Pedro do Sul) aproveito sempre para dar um mergulho num dos muitos poços — piscinas naturais — da região. Já aqui falei do Poço Azul, e em breve falarei do Poço Negro. Mas este post é sobre os Poços do Rio Teixeira, que bem podiam ser chamados de Poço Verde.

Nestes poços, para onde quer que se olhe, vê-se verde. Até o céu está escondido pela copa das árvores, já que o rio corre bem encaixado entre duas encostas. Apesar da sombra, a água até não estava muito fria.

Este é o poço mais acessível de todos os que visitei; fica mesmo junto à estrada. Uma braçada para esquerda e estamos em Aveiro; uma braçada para a direita e estamos em Viseu.

Para saber mais sobre este rio — os seus poços, cascatas, biodiversidade... ― visite, por exemplo, o site da Rota da Água e da Pedra.

29
Jun19

Festival Thai em Lisboa

Arca de Darwin

Começou ontem, acaba amanhã (30 de Junho). O Festival Thai realiza-se no mesmo espaço que a Festa do Japão ― o Jardim Vasco da Gama, em Belém ―, mas ocupa muito menos espaço. Ainda assim, oferece muitas atividades. Além da gastronomia, artesanato e massagens tailandesas, há jogos e contos tradicionais para crianças, há workhops de Muay Thai, pintura e escultura em frutos, há demonstrações de Sepak Takraw, e há danças tradicionais. Assisti às danças. Muita elegância e graciosidade. Também teatro e "marionetas".

23
Jun19

Festa do Japão 2019

Arca de Darwin

Ontem, 22 de Junho, decorreu a 9.ª edição da Festa do Japão, em Lisboa, desta feita no Jardim Vasco da Gama, em Belém. Esta iniciativa da Embaixada do Japão parece crescer de ano para ano. A oferta é muito variada: gastronomia, música, artes marciais, Cosplay, workshops...

Antes de continuar com a Festa do Japão, aproveito para informar que no mesmo local, de 28 a 30 de Junho, decorrerá o Festival Thai, apropriadamente junto ao pavilhão tailandês que aqui em baixo emerge entre copas de árvores num dos extremos do espaço ocupado pela Festa do Japão.

Adiante. O workshop/demonstração de Ikebana permitiu observar o preceitos desta arte que, no Japão, equipara-se à pintura ou à escultura. "O Ikebana é uma expressão do amor e respeito pela natureza", lê-se no site da Associação de Amizade Portugal Japão, a qual também faz parte da organização da Festa. E, mais do que a quantidade das flores ou a importância dada à corola que caracterizam os arranjos florais ocidentais, o "coração" desta prática com mais de 600 anos "reside na beleza da combinação das cores, das formas naturais, nas belas linhas e no significado latente do arranjo como um todo".

O Origami também teve direito a um workshop. A tradição manda que se use uma folha de papel quadrada e que não se faça cortes ou se use cola: só dobragens. Segundo a lenda, quem fizer mil grous verá o seu maior desejo realizado.

Outra lenda, que serve de tema a esta 9.ª edição da Festa do Japão, é a que dá origem ao festival japonês Tanabata (que significa "sétima noite" ou "ponte do tecelão"), que se realiza a 7 de Julho. A história nasceu há mais de 850 anos. A linda princesa tecelã Orihime morava junto à Via Láctea (o rio celestial Amanogawa). O pai, O Senhor Celestial, apresentou-lhe um belo pastor, Kengyu (também conhecido por Hikoboshi)e foi amor à primeira vista. Demasiado amor, pois o casal descurou tudo o que era responsabilidades. O paizinho ficou chateado e separou-os, colocando-os em lados opostos da Via Láctea. Mas depois comoveu-se (um pouquito) com a tristeza da filha, e lá permitiu que o casal se encontrasse uma vez por ano no 7.º dia do 7.º mês, desde que cumprissem a obrigação de atender a todos os pedidos que chegassem da Terra. Ela agora é a estrela Vega e ele a Altair. Para pedir favores às estrelas, os humanos escrevem os seus desejos em pequenas tiras de papel colorido (tanzaku).

As artes marciais (sumo, kendo, aikido, shotokai...) e os espectáculos (no tempo em que lá estive assisti ao grupo Tomoro; muito bom) são também parte importante da Festa do Japão.

E é impossível não reparar no Cosplay e nos cosplayers (de todas as idades). Há um desfile no palco principal, e há a ANAC ‒ Associação de Cosplay. No Cosplay, abreviatura de costume play, os cosplayers "encarnam" personagens de Anime, Manga, BD ou videojogos.

 

Os animais têm papel de destaque no Cosplay.

Para o ano há mais.

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