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Arca de Darwin

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

Arca de Darwin

12
Jun20

Natureza ilustrada no Trilho da Ribeira das Vinhas, em Cascais

Arca de Darwin

O trilho da Ribeira das Vinhas fica por trás do Mercado da Vila, em Cascais. Recuperado o ano passado, permite passear a pé ou de bicicleta ao longo de 3 quilómetros que atravessam zonas de pinhal, matos e hortas. Mas o que torna único este percurso são as dezenas de pinturas da autoria do artista Tiago Hacke — realizadas em pedras ou em caixas de visita do saneamento pluvial —, que retratam espécies animais existentes no concelho, algumas das quais podem ser observadas ao longo do trilho. Todas as fotos que se seguem foram tiradas no trilho.

Melro-preto (Turdus merula)

trilho das vinhas-59.jpg

Coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus)

trilho das vinhas-6.jpg

trilho das vinhas-1-2.jpg

 

 

 

 

02
Dez12

Um poema em cada gaio

Arca de Darwin
"(...) Pra gente aqui sê poeta E fazê rima compreta, Não precisa professô; Basta vê no mês de maio, Um poema em cada gaio E um verso em cada fulô (...)"

Antônio Gonçalves da Silva* (mais conhecido por Patativa do Assaré) in "Cante lá, que eu canto cá" (1978)

Gaio-comum (Garrulus glandarius). Quinta das Conchas

Poema completo aqui.

* poeta popular, compositor, cantor e improvisador brasileiro (1909-2002)

06
Abr12

O imitador

Arca de Darwin

O gaio (Garrulus glandarius) é uma ave bastante comum na cidade. Habita jardins com arvoredo abundante e é fácil de identificar através das características penas azuis, que contrastam com o castanho do peito.O canto desta ave nem sempre é bom meio de reconhecer a sua presença já que imita outras aves e sons diversos, como o choro de um bebé ou um assobio. O vasto repertório de vocalizações é usado para ilustrar vários estados de espírito. Por exemplo, se estiver assustado pode imitar o som de um dos seus predadores.

Tem papel importante na dispersão de sementes e reflorestação, visto que é frequente enterrar bolotas e depois esquecer-se do local onde o fez.

Mede 33 a 36 centímetros e vive até 18 anos.