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Arca de Darwin

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

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Arca de Darwin

02
Mai18

Rede EBIO ‒ locais para descobrir a Biodiversidade

Arca de Darwin

As orquídeas do post anterior foram fotografadas na Estação da Biodiversidade de Fontelas, Loures, a única na região de Lisboa, que faz parte de uma rede com mais de 30 locais espalhados de norte a sul do país.Para conhecer a distribuição destas Estações visite a página na Internet do TAGIS ‒ Centro de Conservação das Borboletas de Portugal, consulte a página da Rede EBIO, e planeie uma visita à Estação que estiver mais próximo de sua casa, ou do local onde passa férias. Estas estações localizam-se em zonas de grande riqueza paisagística e específica, e são compostas por percursos com um máximo de 3 quilómetros (a de Fontelas tem 1 km), pontuados por 9 painéis interpretativos. Além do TAGIS, a iniciativa conta com a participação do Museu Nacional de História Natural, do Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais, e dos municípios onde as Estações estão localizadas. Quando estiver mais calor voltarei a Fontelas para observar mais insectos e a parte final do percurso (só vi o início, por falta de tempo, e por ter seguido o caminho errado - julgo que o pessoal do BTT "encerrou" o caminho certo...). Mas a curta visita já valeu a pena, tanto pelas largas dezenas de orquídeas que crescem nos prados, como pelo fantástico carvalho-cerquinho (árvore de interesse público que mostrarei num dos próximos posts) e por todas as outras plantas e paisagens existentes naquela área.

O já nosso conhecido jacinto-das-searas

A orquídea-piramidal

20
Abr13

Jacinto-das-searas

Arca de Darwin
A parte superior do jacinto-das-searas (Muscari comosum) parece um guarda-chuva só com varetas. É nesse topo que se encontram as flores mais vistosas, de um intenso violeta, mas estéreis, ao contrário das férteis que crescem mais em baixo e junto ao caule.

Jacinto-das-searas (Muscari comosum), Azóia, Sesimbra

A espécie é natural da Europa, da Ásia e do Norte de África. O bolbo, com um sabor entre a cebola e o alho, fez parte da gastronomia de países como a Grécia e a Itália (onde dá pelo nome de cipollaccio e ainda é consumido em algumas regiões). Em Portugal também é conhecido por cebolinha-de-flor-azul, jacinto-de-tapete e jacinto-paniculato.

Existe em terrenos cultivados, searas, olivais, clareiras de matos e pinhais.

A floração ocorre entre Março e Junho.