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Arca de Darwin

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

Arca de Darwin

15
Jun20

Rua da Silva: um jardim em cada porta

Arca de Darwin

O Festival Jardins Abertos (falámos dele aqui e aqui), que nos permite visitar alguns jardins privados e semi-privados de Lisboa, estará de volta nos fins-de-semana de 18–19 e 25–26 de Julho, com visitas presenciais e outras virtuais. Enquanto isso não acontece, a página no Facebook da iniciativa vai-nos dando a conhecer algumas plantas e espaços verdes públicos.

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Um desses espaços é a Rua do Silva, ou Rua Verde, que também exibe o nome de Lisbon Green Street. Quem desce a Av. D. Carlos I, basta virar na primeira à esquerda (para a R. do Poço dos Negros), e logo a seguir na segunda à direita.

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O Jardins Abertos conta-nos que a Rua Verde nasceu do amor pelas plantas de dois vizinhos que não se conheciam — um com negócio na própria rua —, aos quais se juntou um terceiro — também ele com negócio na rua.

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E a natureza lá foi conquistando os passeios, começando com um vaso em cada porta. De então para cá, garantem, as plantas aproximaram toda a vizinhança.

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31
Mai19

Jardins Abertos — Pátio do João e da Teresa

Arca de Darwin

Ainda durante a iniciativa Jardins Abertos, passei pelo Pátio do João e da Teresa, pessoas que, dizem, são quem mais cuida do jardim que pertence a todos os vizinhos.

Este pequeno oásis surge de forma surpreendente assim que se passa a porta que deixa para trás a agitação da Rua Nova da Piedade, em Lisboa. O arco enquadra o verde que cobre as paredes e que anuncia a chegada a um lugar mais fresco e silencioso. A diversidade de plantas e de vasos acaba por construir um todo coerente, que lembra a variedade e estratificação da própria natureza. E também há uma horta, ao cimo, do lado esquerdo.

30
Mai19

Jardim do Cemitério dos Ingleses

Arca de Darwin

No fim-de-semana passado (25 e 26 de Maio) Lisboa recebeu mais uma edição dos Jardins Abertos, iniciativa que "abre" os jardins da capital — alguns deles, privados — ao público. Perto de 13.000 pessoas aderiram ao evento.

Um dos jardins incluídos foi o do Cemitério dos Ingleses — o cemitério mais antigo de Lisboa, situado mesmo ao lado do Jardim da Estrela. Criado em 1717, começou a receber corpos de protestantes ingleses e holandeses em 1724. Também lhe chamaram Cemitério dos Ciprestes, devido à "cerca" composta por árvores desta espécie que se destinavam a impedir que os católicos espreitassem para o interior.

No jardim, a habitual simetria presente nos cemitérios é pouco evidente, e é ainda mais disfarçada pela vegetação aparentemente descontrolada que invade o espaço entre os túmulos e as cruzes celtas.