Alvarinha (“Lasiocampa quercus”)
A alvarinha (Lasiocampa quercus) é uma borboleta noturna comum que existe em todo o país. A fêmea é maior do que o macho — a sua envergadura pode chegar aos 99 mm, enquanto a dos machos varia entre 55 e 70 mm.

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A alvarinha (Lasiocampa quercus) é uma borboleta noturna comum que existe em todo o país. A fêmea é maior do que o macho — a sua envergadura pode chegar aos 99 mm, enquanto a dos machos varia entre 55 e 70 mm.

O adulto da borboleta-do-choupo (Cerura iberica) foi aqui apresentado há pouco mais de um mês. Desta vez cruzei-me com a bonita lagarta desta espécie (e também só tinha o telemóvel à mão, pelo que as fotos, e os vídeos, não são grande coisa).

Não tenho jeito para fotografar com telemóvel, mas às vezes ele é a única câmara à mão, como aconteceu quando encontrei esta bonita borboleta noturna, a borboleta-do-choupo (Cerura iberica), cujo respeitável comprimento varia entre 68 e 75 milímetros.

A borboleta-delta (Dysgonia algira) é uma borboleta noturna de cor castanha e branca que também voa durante o dia.

A borboleta fritilária-variegada (Melitaea phoebe) apresenta um padrão axadrezado preto e alaranjado na face superior das asas.

Fritilária-variegada (Melitaea phoebe), São Pedro do Sul, agosto de 2024
Na berma de um caminho na lezíria do Tejo, um salgueiro florido serve um banquete à maior concentração de almirantes-vermelhos (Vanessa atalanta) que alguma vez vi.

A vistosa borboleta-pavão (Aglais io), ou pavão-diurno, deve o seu nome às enormes manchas em forma de olho das suas asas, que fazem lembrar as manchas das penas dos pavões. O objetivo é enganar os predadores, fazendo-os crer que os «olhos» pertencem a um animal maior do que a borboleta.

A borboleta Fausta (Zygaena fausta) é uma traça diurna muito bonita.

As cores preto, vermelho e branco anunciam aos potenciais predadores que ela sabe mal ou é venenosa (este aviso através das cores tem o nome de aposematismo).

Gosta de solos calcários em zonas rochosas na orla de florestas. Existe na parte ocidental da Europa.
As larvas alimentam-se de plantas do género Coronilla.

O género Zygaena tem várias espécies. A mais parecida com a Z. fausta talvez seja a Z. hilaris, mas o abdómen desta é totalmente preto, ao passo que na Z. fausta são evidentes os anéis vermelhos.


Voa de Maio a Outubro.
Pertence à família Zygaenidae.
A borboleta-loba (Maniola jurtina) mede 44 a 50 milímetros de envergadura.

A face inferior da asa anterior é laranja com borda acastanhada e tem um ocelo relativamente pequeno, que é ligeiramente maior na fêmea.


A face inferior da asa posterior é cinzento-acastanhada com uma mancha mais clara na extremidade, e pode ter alguns pontos pretos de tamanho variável.



Nos machos, a face superior das asas é castanho-escura, tem um ocelo preto e uma mancha androconial escura. Nas fêmeas, têm um padrão mais trabalhado, com várias partes cor de laranja.
Macho

Fêmea


É uma espécie comum em todo o país e vive em prados e terrenos incultos.


O adulto voa entre Março e Outubro.
Pertence à família Nymphalidae.

A castanhinha-dos-carvalhos (Satyrium esculi) é uma borboleta pequena —envergadura de 2,6 a 3,4 centímetros — da família Lycaenidae, que se distingue pela cor castanha, manchas cor de laranja por vezes rodeadas de preto e pequenos pontos/traços brancos que formam uma espécie de linha descontínua.

Tal como o nome comum indica, vive em bosques de carvalho e nas suas orlas (a lagarta alimenta-se de carrascos e azinheiras), mas também em prados floridos e encostas com arbustos.

Existe no Norte de África, Península Ibérica, França e Itália.
Voa de Abril a Agosto.

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