Libélula-comum (“Sympetrum striolatum”)
Esta é a melhor altura do ano para observar a libélula-comum (Sympetrum striolatum), pois embora voe entre abril e janeiro, o seu período de voo intensifica-se nos meses de outubro e novembro.

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Esta é a melhor altura do ano para observar a libélula-comum (Sympetrum striolatum), pois embora voe entre abril e janeiro, o seu período de voo intensifica-se nos meses de outubro e novembro.

A libélula-anelada (Cordulegaster boltonii) também é conhecida por bate-cús, suponho que devido à forma como a fêmea deposita os ovos na água. Na água, sob a forma larvar, a libélula-anelada passa 2 a 5 anos, durante os quais se alimenta de girinos, peixes pequenos e de outros insectos.
O macho tem um comprimento total de 74–80 milímetros e envergadura de 80–94 milímetros; a fêmea é maior: comprimento de 80–85 milímetros e envergadura de 90–102 milímetros.

A espécie distingue-se por ter olhos verdes, triângulo occipital amarelo (e não preto) e abdómen preto com duas riscas amarelas (uma grossa e outra fina) nos segmentos 2 a 8.

Vive junto a ribeiros e rios pequenos. Voa entre Maio e Agosto.

Pertence à ordem Odonata, sub-ordem Anisoptera e família Cordulegastridae.

Há uma semana tivemos uma libelinha, agora temos uma libélula: o corpo é mais largo do que o das libelinhas e quando pousa as asas ficam abertas. O nome comum da Onychogomphus uncatus é gonfos-das-nascentes.

De facto, esta espécie gosta das águas rápidas, limpas e oxigenadas de rios e ribeiros, que são essenciais para o desenvolvimento das larvas. É comum ver estes animais pousados em pedras no leito e margens dos cursos de água.

Os olhos são azuis e o corpo é amarelo e preto. Mede entre 50 e 53 milímetros. Pertence à família Gomphidae que, em Portugal, conta com mais seis espécies.
Existe em Portugal, Espanha, Itália, França, Bélgica e Norte de África. Extinguiu-se na Alemanha (não é avistada desde 1991) e na Suíça (não é avistada desde 1979), mas apesar disso, e como as populações actuais estão mais ou menos estáveis, o seu estatuto de conservação é Pouco Preocupante (LC ‒ "least concern").

A libélula-azul-e-vermelha (red and blue damselfly) - Xanthagrion erythroneurum -, como nome indica, distingue-se pelo vermelho dos olhos, patas, cabeça, tórax e primeiros dois segmentos do abdómen, e pelos dois anéis azuis na parte posterior do abdómen. Mede 24 milímetros de comprimento.
Será uma libélula ou uma libelinha? O diccionário diz que os dois termos são sinónimos. O primeiro nome é mais usado no Brasil e o segundo em Portugal. Na minha cabeça os termos servem para distinguir os dois grandes grupos da ordem Odonata: A Libélula é maior e pousa com as asas abertas (sub-ordem Anisoptera); a libelinha é mais pequena e pousa com as asas fechadas sobre o corpo (sub-ordem Zigoptera).
Os anglo-saxónicos têm a vida facilitada pois usam palavras diferentes para as duas sub-ordens: Drangonflies (Anisoptera) e Damselflies (Zigoptera). Este último termo corresponde ao nosso "donzelinha" e também serve para designar as libelinhas em Portugal. Outros nomes comuns são tira-olhos, lavadeira e cavalinho-das-bruxas.
Pelo que vi até agora, esta é a libélula mais comum na cidade de Perth, Austrália. Dá pelo nome de "Blue Skimmer" (Orthetrum caledonicum) e encontra-se facilmente junto a lagos e outras zonas de águas paradas.
Ainda em Busselton, 200 km a sul de Perth, vi uma libélula amarela. Em Perth vi uma azul, e fiquei convencido de que eram duas espécies distintas. Enganei-me.
A verdade é que os dois géneros podem ser bastante diferentes. Os machos adultos apresentam o vibrante tom azul que está na origem do nome comum, mas os juvenis têm tom bem mais discreto.
A confusão é maior no que toca às fêmeas... As juvenis são amarelas e as adultas ganham manchas azuladas na época de reprodução.
Natural da Austrália, já colonizou a Tasmânia, Nova Guiné, Nova Caledónia e Ilhas Loyalty.
A escumadeira-azul mede cerca de 4,5 cm de comprimento e tem 7 centímetros de envergadura.
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