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Arca de Darwin

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

Arca de Darwin

07
Mai20

Na berma da estrada

Arca de Darwin

Junto à minha casa as roçadoras já reduziram todos os espaços verdes a apenas relva. Nesta estrada, que fica mais afastada e até talvez noutra freguesia, as bermas ainda vibram com vida. A imensa variedade de plantas salta à vista. Um olhar mais pausado regista uma também imensa variedade de insectos (muitos dos quais servirão de alimento a várias aves, répteis e mamíferos), entre os quais várias espécies de borboletas e de abelhas. Estas últimas têm sofrido um declínio mundial bastante acentuado, e por todo o lado se multiplicam iniciativas para as salvar. A abolição de pesticidas e herbicidas na limpeza urbana e a plantação/manutenção de matos floridos são medidas que geralmente figuram nos planos de acção destas iniciativas.

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26
Mai19

V Feira Medieval de Odivelas

Arca de Darwin

A Feira Medieval de Odivelas tem como pano de fundo o Mosteiro de São Dinis e é uma viagem no tempo. Entre as muitas atividades que esta 5.ª edição oferece, o "torneio medieval a cavalo e apeado na liça" é sem dúvida uma das mais atrativas. E assim é muito por culpa dos cavalos, da sua imponência, beleza e destreza, aqui colocadas ao serviço de um torneio com várias provas.

23
Abr19

Verdilhão ("Carduelis chloris")

Arca de Darwin

O verdilhão-comum (Carduelis chloris) é um pássaro muito comum nos parques e jardins urbanos. Já aqui falámos dele, mas com estas fotos é mais fácil identificar a espécie, e compará-la com as outras do género Carduelis: o pintassilgo (Carduelis carduelis), o pintarroxo (Carduelis canabina) e o lugre ou pintassilgo-verde (Carduelis spinus).

Verdilhão-comum (Carduelis chloris), Jardim Rio da Costa, Odivelas

06
Abr19

Três espécies de papoilas

Arca de Darwin

Neste momento é possível ver (apesar da chuva) três espécies de papoilas no Jardim Rio da Costa, junto à ribeira, em Odivelas.

A mais abundante é a nossa já conhecida Papaver rhoeas, que dá pelo nome de papoila-vermelha, papoila-brava, papoila-das-searas, entre outros. Além da cor — vermelho vivo — distingue-se pela haste com pêlos perpendiculares e pelas pétalas com mancha negra na base.

No caso da Papaver dubium, conhecida por papoila-longa, os pêlos estão "colados" às hastes, o vermelho parece desbotado, e as pétalas não têm manchas negras. Estas duas espécies são autóctones, ou seja, são originárias do nosso país.

A terceira espécie, a Papaver setigerum, é "importada". Era/é considerada uma subespécie da Papaver somniferum, a papoila do ópio (que é branca), o que explica os seus nomes comuns: dormideira, dormideira-brava, dormideira-dos-jardins, dormideira-das-boticas. As pétalas são rosa-púrpura e têm uma mancha negra na base.

14
Fev19

Lusco-fusco na ribeira de Odivelas

Arca de Darwin

Antes de mais, a Arca deseja-lhe um feliz Dia dos Namorados!

Tirei estas fotos ontem, ao entardecer, no jardim Rio da Costa, em Odivelas. Os buldozers já fizeram a sua passagem anual pelo meio da ribeira, pelo que o cenário junto à água é maioritariamente desolador. Ao longo dos caminhos ainda se encontram motivos interessantes para fotografar.

16
Mai17

Um visitante pouco habitual em Odivelas

Arca de Darwin

A limpeza com retroescavadoras das margens e leito da ribeira de Odivelas causou forte impacto na avifauna e em espécies menos "móveis", como os cágados, que deixei de ver nas últimas semanas. Ontem lá vislumbrei um, meio atarantado no meio do leito da ribeira, à procura de um local com profundidade suficiente para o tapar. Com as margens limpas, as aves andam de um lado para o outro à procura de abrigo e de locais para nidificarem ou caçarem. Ontem passou por lá um goraz. Foi a primeira vez que vi um na ribeira. Talvez tenha vindo de um outro ponto do curso de água em busca de um melhor habitat. Se hoje ainda lá estiver, tiro-lhe uma fotografia (esta foi tirada na Gulbenkian).

09
Fev17

"Alice no País das Maravilhas", em Odivelas

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No livro de Lewis Carroll, Alice cai numa toca de coelho e entra no País das Maravilhas. Agora Alice está num túnel, junto à estação de metro de Odivelas, mas continua acompanhada de muitos personagens da estória, como o Coelho Branco, a Lagarta e o Gato de Cheshire. Esta peça carregada de pormenores é do artista Styler (aka, João Cavalheiro) e vale bem uma visita.