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Arca de Darwin

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

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Arca de Darwin

13
Nov13

A paineira e o periquitão

Arca de Darwin
Já falei da paineira (aqui e aqui) e do periquitão-de-cabeça-azul (aqui e aqui). Ontem, no jardim que fica à saída do Metro em Telheiras, encontrei os dois juntos. Ambos exóticos, de origem sul-americana, lá estavam em pleno Novembro a emprestar um colorido tropical à paisagem.

Periquitão-de-cabeça-azul (Aratinga acuticaudata), Telheiras, Lisboa

27
Set13

Paineira em flor

Arca de Darwin
Quando aqui falei da paineira (Ceiba speciosa) de Odemira - exemplar classificado de Interesse Público - referi que a floração ocorria entre Setembro e Novembro. Hoje, ao passar em Belém (Lisboa), lá estavam as lindas flores destas árvores a colorir um dia muito cinzento (estão várias em frente ao Centro Cultural de Belém, com vista para os Jerónimos).

Paineira (Ceiba speciosa), Belém, Lisboa

Onde quer que viva, se vir uma destas árvores, não se esqueça de reparar também nos espinhos e nas estrias fotossintéticas do tronco que, como o nome indica, realizam a fotossíntese.

17
Jun13

A paineira de Odemira e o seu virtuoso tronco

Arca de Darwin
Se vai ao Festival do Solstício, ou se tem planos para rumar a Sul, passe em Odemira e admire a paineira (Ceiba speciosa) que se encontra no Largo Brito Pais e está classificada como Árvore de Interesse Público.

Paineira (Ceiba speciosa), Odemira

A paineira é uma espécie exótica, originária das florestas do Brasil e Bolívia. No entanto, este exemplar veio da África do Sul, trazido pelo então presidente da Câmara de Odemira, Justino Abreu dos Santos, que o plantou há 29 anos.

 Em 2009 a árvore já apresentava uns surpreendentes 23 metros de altura.

Tal crescimento deve-se em parte às características do tronco que, além de estar pejado de espinhos que protegem a planta contra animais, realiza a fotossíntese.

No tronco destacam-se, além dos espinhos, as estrias fotossintéticas verde-amareladas

Assim, a árvore produz o próprio alimento mesmo quando está sem folhas, o que ocorre durante a floração, entre Setembro e Novembro, altura em que a copa da paineira transforma-se num imenso novelo cor-de-rosa que abrilhanta ainda mais esta vila alentejana.