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Arca de Darwin

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

"Look deep into nature, and then you will understand everything better", Albert Einstein

Arca de Darwin

19
Nov21

Festival Muro 2021

Arca de Darwin

Este é o quarto e último post sobre o Festival Muro 2021. O festival visa promover a arte urbana em Lisboa e esta foi a sua quarta edição, e teve lugar no Parque das Nações. As anteriores decorreram em Carnide (2016), Marvila (2017) e Lumiar (2019).

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15
Nov21

«O Mundo Nas Nossas Mãos»

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Mural do artista britânico Rocket01 no bairro do Casal dos Machados, Parque das Nações, em Lisboa, intitulado «The World In Our Hands». Tal como o mural do post anterior, este também foi realizado no âmbito do Festival Muro 2021.

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14
Nov21

Os anjos rebeldes de Jacqueline de Montaigne

Arca de Darwin

O Festival Muro 2021 encheu de arte urbana o Parque das Nações, em Lisboa. Começo por destacar este mural da autoria da anglo-portuguesa Jacqueline de Montaigne que, como a própria descreve na sua página no Instagram, «pretende alertar para causas ambientais através do artivismo*, simbologia e da celebração da fauna, da flora e da natureza como um todo».

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31
Dez20

Olhares de 2020

Arca de Darwin

Em ano de pandemia, as máscaras limitaram as expressões que vemos nos outros aos olhos. Foi isso que o artista britânico D*Face quis retratar neste longo mural intitulado It's All in the Eyes. Pintado a pincel e rolo em Novembro de 2020, fica na Av. Aquilino Ribeiro Machado, junto à Estação do Oriente, no Parque das Nações, em Lisboa. A obra serviu também para projectar a 4.ª edição do festival MURO, que decorrerá entre 22 e 31 de Maio de 2021 nesta zona da cidade.

Feliz Ano Novo!

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04
Dez19

Bico-de-lacre ("Estrilda astrild") no Parque das Nações

Arca de Darwin

O bico-de-lacre (Estrilda astrild) é a ave exótica naturalizada mais abundante em Portugal. A sua introdução no país remonta a 1964, quando exemplares da espécie que é originária de África foram libertados em Oeiras, Óbidos e Vila Franca de Xira.

Apesar do tamanho diminuto (mede apenas 11 cm), este pássaro é fácil de observar pois forma bandos com algumas dezenas de indivíduos. O característico bico vermelho e a máscara da mesma cor sobressaem entre as cores pardas das ervas e dos caniços.

Os primeiros bandos que vi foi na Ria Formosa, na longínqua década de 90, e de então para cá encontrei-os em locais como a Lagoa da Estacada (Sesimbra), as Salinas do Samouco ou o Parque do Tejo (Parque das Nações/Lisboa). Em Portugal, a espécie, tanto quanto sei, só não ocorre em algumas zonas da Beira Alta e de Trás-os-Montes.

Tem duas posturas por ano: Fevereiro a Julho e Setembro a Novembro. Geralmente põe 4 a 6 ovos e o período de incubação é de 10 a 12 dias.

 

26
Jun19

Tranquilo... mas poluído

Arca de Darwin

Tirei estas oito fotos ontem, no Parque das Nações. Um dia antes soube-se que a qualidade do ar nesta zona de Lisboa é ainda pior do que a da Avenida da Liberdade. As aparências iludem...

Esta poluição é grave. Pode, por exemplo, provocar problemas respiratórios e cancro do pulmão.

Percebo que a solução para o problema não seja fácil, e que poderá até incluir medidas como as propostas pela Associação Zero, a responsável pelo estudo da poluição ― medidas como definir horários de entrega fora da hora de ponta. Mas dificilmente haverá uma solução que não passe por uma aposta séria nos transportes públicos.

Este problema (como outros problemas ambientais) precisa de uma estratégia de fundo que tarda em aparecer. É fácil perceber que essa estratégia não existe por parte de quem manda quando, por exemplo, num mundo que tenta reduzir os combustíveis fósseis, têm de ser os cidadãos a parar a suspensão de petróleo em Aljezur. Pior: depois de o terem conseguido em tribunal, o Ministério do Mar recorreu da decisão.

Quanto aos transportes públicos, ficou claro que os cidadãos aderem em massa a este meio de transporte. Bastou uma redução de preço, como se viu com o novo passe. Agora imagine-se como seria se houvesse mais comodidade e segurança, se a frequência dos transportes aumentasse, se houvesse parques de estacionamento suficientes junto às estações de metro periféricas, se os transportes públicos fossem não poluentes. Ou se os transportes públicos fossem gratuitos no centro da cidade, como acontece lá fora. Isto só parece ficção porque a realidade é o que ocorreu em Aljezur, é a Soflusa, é a solução de retirar lugares sentados para caberem mais pessoas em pé. A realidade é, a bem dizer, uma vergonha.