Arte urbana: Alfama e Castelo
De passagem por Alfama e pelo Castelo, em Lisboa, encontrei várias peças de arte urbana, umas mais pequenas do que outras. Tirando o camaleão, todas representam figuras humanas.

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De passagem por Alfama e pelo Castelo, em Lisboa, encontrei várias peças de arte urbana, umas mais pequenas do que outras. Tirando o camaleão, todas representam figuras humanas.

De 24 a 27 de abril decorreu em Benfica, junto ao Centro Comercial Colombo, Largo da Revista Militar, a 2.ª Edição do Festival «Juntas Hacemos + Edição Lisboa», uma iniciativa do coletivo feminino mexicano «Juntas Hacemos +» que contou com a participação de 45 artistas de 15 países: Alemanha, Argentina, Brasil, Colômbia, Espanha, Finlândia, França, Geórgia, Irlanda, Itália, México, Portugal, Polónia, Reino Unido e Venezuela.

Os portões, paredes e muros da Estrada de Chelas, em Lisboa, são as telas de uma enorme montra de arte urbana. Neste post mostro apenas algumas das obras que surgiram este ano no âmbito do festival Cor de Chelas, iniciativa encabeçada por Bordalo II, que, em parceria com Vhils, criou a peça em baixo. Mas há muitas mais, deste ano e mais antigas, para ver ao longo da estrada.

Escultura de julho de 2023 do artista Bordalo II, intitulada "Half Weasel" (Meia Doninha). Fica na Av. de Ceuta, em Lisboa.

O novo mural de Jacqueline de Montaigne foi inaugurado em Carcavelos no dia 8 de março deste ano para celebrar o Dia da Mulher.

Este «Falcão-peregrino» foi criado pelo artista Bordalo II em 2021 no âmbito da celebração dos 75 anos dos Serviços Municipalizados de Sintra (SMAS) e encontra-se na Avenida Almirante Gago Coutinho.

É bem bonito o mural com dois pardais machos a lutar que Odeith pintou em 2022 na Avenida Gorgel do Amaral. Tanto esta obra como as três que se seguem estão na Amadora e foram realizadas no âmbito do projeto Conversas na Rua.

O novo mural de Jacqueline de Montaigne (artista que já conhecemos daqui, daqui e daqui), intitulado “The Language of Flowers”, fica no Largo Hintze Ribeiro, em Lisboa, numa parede de 14 metros de altura bem em frente de outro mural também já nosso conhecido — da autoria de Frederico Draw & Ergo Bandits, realizado no âmbito da inauguração da Casa da Cultura de Cabo Verde.

As duas esculturas — o Chimpanzé e o Sapo — encontram-se a algumas dezenas de metros uma da outra. Já têm uns bons aninhos, mas eu ainda não as tinha visto. Foram criadas por Bordalo II para a exposição “Attero” (“desperdício” em latim) de 2017 no seu atelier na Rua de Xabregas, no Beato, em Lisboa. De então para cá, já nos habituámos a ver as peças de Bordalo II um pouco por todo o país, ao vivo ou através de imagens. O Sapo foi a primeira escultura da série “Plastic Trash Animals” destinada a ser admirada na rua.

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